sexta-feira, 30 de julho de 2021

Termas Centro e mais 11 redes de turismo juntas em campanha de preservação da natureza

 

O consórcio Termas Centro associou-se a uma campanha nacional que desafia os portugueses a serem responsáveis e a pensarem no meio ambiente durante os meses de verão, altura em que há mais afluência às áreas naturais e protegidas.

A iniciativa tem como mote o apelo “Obrigado por Cuidar do Nosso País” e junta 12 redes de turismo. As Termas Centro, a ADERE Peneda-Gerês, as Aldeias de Montanha, as Aldeias do Xisto, as Aldeias Históricas de Portugal, o Geopark Naturtejo, as Heranças do Alentejo, os Lugares da Serra Alentejana, as Montanhas Mágicas, a Rota da Terra Fria Transmontana, a Rota do Românico e a Rota Vicentina irão mostrar, durante o mês de agosto, que o futuro do turismo está na preservação da natureza e da cultura local.

Abastecer-se com produtos locais, deixar menos lixo do que encontrou, respeitar os ritmos de vida locais, investir o valor justo pela qualidade, procurar informações sobre a região e as suas particularidades e não sobrecarregar locais sensíveis, são algumas das mensagens da iniciativa, que decorre nas redes sociais das 12 redes de turismo.

A ideia, que partiu do Turismo de Portugal, teve como objetivo juntar 12 redes colaborativas especialmente procuradas pela sua vasta oferta em Turismo de Natureza e Turismo Ativo. É o caso das Termas Centro, uma vez que a grande maioria das estâncias termais estão inseridas em territórios rodeados pela natureza.

“As estâncias das Termas Centro estão situadas em locais de grande beleza natural e tranquilidade, com uma envolvência que convida a usufruir da natureza e a praticar o turismo ativo. As Termas têm, aliás, um papel decisivo na promoção da saúde, não só pelos tratamentos terapêuticos, mas também pelo estímulo da atividade física que proporcionam. Não surpreende, por isso, que as Termas Centro estejam na primeira linha da defesa da sustentabilidade e da preservação da natureza”, explica Adriano Barreto Ramos, coordenador da rede Termas Centro.


Matilde Macedo venceu Concurso de Empreendedorismo de Desenho em Fornos de Algodres

 

Decorreu o Concurso de Empreendedorismo de Desenho, onde a grande vencedora concurso foi :
1º lugar - Matilde Macedo

2º lugar - Núria Fonseca

3º lugar - Eva Paulos

Preço das casas para arrendar desceu 4,7% no último ano

 Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 4,7% num ano, em julho de 2021 face ao mesmo mês de julho do ano passado. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de julho deste ano, arrendar casa tinha um custo de 10,9 euros por metro quadrado (euros/m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de -0,7%.

Regiões

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-6,3%), no Algarve (-1,2%) e no Norte (-0,7%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços (9,3%), seguida pela Região Autónoma da Madeira (3,7%), pelo Centro (3,6%) e pela Região Autónoma dos Açores (0,7%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,7 euros/m2), Norte (9,3 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,3 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,7 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores descidas durante a pandemia tiveram lugar em Lisboa (-6,3%), Ilha de São Miguel (-1,6%), Vila Real (-1,4%), Faro (-1,2%), Braga (-0,6%) e Castelo Branco (-0,6%).

Em sentido contrário, subiram em Viseu (18,6%), Évora (15,1%), Viana do Castelo (8,3%), Leiria (6,4%) e Coimbra (6,1%). Seguem-se na lista a Ilha da Madeira (3,4%), Santarém (3,3%), Setúbal (2%) e Aveiro (2%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguida pelo Porto (10 euros/m2), Faro (9,7 euros/m2), Setúbal (8,5 euros/m2), Évora (8,1euros/m2) e Ilha da Madeira (8 euros/m2). Arrendar casa em Coimbra custa 7 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,8 euros/m2, Aveiro 6,7 euros/m2 e Braga 6,1 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Castelo Branco (5,1 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Viseu (5,3 euros/m2), Leiria (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo (5,9 euros/m2).

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em quatro capitais de distrito, com Lisboa (-8,3%) e Ponta Delgada (-6,8%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Braga (-2,4%) e Faro (-2,3%). No Porto os preços mantiveram-se inalterados no último ano.

Por outro lado, os preços aumentaram em Évora (15,3%), Viseu (13,2%), Castelo Branco (11,2%), Coimbra (6,2%), Setúbal (3,7%), Funchal (2,4%), Viana do Castelo (2,1%), Leiria (1,9%) e Aveiro (1,5%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,2 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros/m2), Viseu (5,4 euros/m2) e Viana do Castelo (5,5 euros/m2).

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Por: Idealista

 


 

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Dia Aberto em Trancoso proveitoso

 

Trancoso acolheu mais uma sessão de esclarecimentos , denominado "Dia Aberto", sobre o reforço da cultura do castanheiro e outras temáticas relacionadas com a fruticultura e vinha.
Os temas em debate – “Estratégias de luta contra as doenças da videira”, “Cuidados a ter em fruticultura”, “Tratamento dos bichados da castanha” e “Banco de germolasma” foram ministrados pelos seguintes oradores: Isabel Cortez(UTAD), Ana Paula Silva(UTAD) e José Gomes Laranjo(UTAD).
Na sessão marcou presença o Presidente da Câmara Municipal, Amílcar Salvador, e foi dividida em duas sessões, uma parte teórica e outra prática, que teve lugar no banco de germoplasma, situado junto à zona industrial de Trancoso.